FÓRUM
DE EDUCADORES
DE DANÇA

ANO VIII

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OFICINA 1  

Dança de Expressão Negra – Um Novo Olhar sobre o Tambor, com Edileuza Santos

A oficina "Dança de Expressão Negra – Um Novo Olhar sobre o Tambor" vai dar ênfase na conexão do corpo com o ritmo de percussão (Tambor), associado à independência de cada parte do corpo e sua relação com o Orixá. Partindo do princípio que no tambor está o estímulo da construção para a organização de movimento no corpo. O som do Tambor permeia todo o processo da aula, não existe certo ou errado, o que existe é a possibilidade de uma nova relação, uma nova percepção com instrumento. Como sentimos o som do Tambor no corpo? Como se processa a vibração do som no corpo? Como esse som move o corpo? Como o som faz o corpo percorrer o espaço? Essa relação não se restringe ao som percussivo vibrante, contagiante e nem ao ritmo acelerado do Tambor, mas a perceber os sentidos corporais aguçados pelo ritmo, transpondo em sensações quando escutamos, abrindo espaço para o processo criativo. Tudo isso é revelado no momento do experimento e da vivência, enquanto dançamos, no fazer do corpo.

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OFICINA 2  

Estudos e práticas pedagógicas na dança Infantil, com Paola Bartolo

 

A oficina traz reflexões e vivências práticas dos estudos relacionados ao desenvolvimento infantil e os processos de aprendizagem na dança através da educação psicomotora e das relações afetivas.

Sobre Paola Bartolo: Professora de Ballet Clássico há 33 anos, formada pela Escola Municipal de Bailado de São Paulo. Pós-Graduada em Educação e Saúde Pública e Psicomotricidade. Formada em Ballet Clássico e Reeducação do Movimento pela Escola de Ivaldo Bertazzo e ainda pela Metodologia Fernanda Bianchini ballet para cegos. Diretora do Núcleo de Qualificação em Educação Psicomotora, Dança Infantil, Ballet baby e Ballet infanto-juvenil , pesquisadora e especialista em dança infantil  há mais de 20 anos , responsável pelos cursos de Qualificação para Professores na dança infantil em várias cidades , como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza, João Pessoa ,Brasília , Londrina entre outras.

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Sobre Edileuza Santos: Professora, diretora, dançarina, ativista e coreógrafa. Graduada em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Diretora artística e coreógrafa do grupo de pesquisa Odundê, idealizadora e coordenadora do projeto Movimento em Bate Papo – Memória da Dança Bahia, criou e coordenou o Núcleo Estudos Afro-Brasileiros no qual promoveu palestras, workshops, seminários, exposições, inserindo assim as atividades da Escola de Dança à realidade cultural local, coreografou o Grupo Contemporâneo (GDC) com o espetáculo intitulado “Macambas”, lecionou durante dez anos no curso de Graduação em Dança, com ênfase na cultura de expressão negra no módulo Estudos do Corpo, tudo isso na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Pesquisadora da dança negra. Atuou na direção coreográfica do espetáculo Othello Mouro do Mundo interpretado por Elisio Pitta.  Fez a direção coreográfica e preparação corporal do espetáculo "Pele Negra Máscaras Brancas", direção de Fernanda Júlia e texto de Aldren Anunciação, inspirado no pensamento de Frantz Fanon.

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OFICINA 3 

Dança Moderna - Alfabetização Corporal e Fundamentos de Lester Horton para Professores", com Andrea Raw

 

 A Oficina destina-se à qualificação de professores de Dança, das redes pública e privada, abordando os princípios de estrutura e alinhamento corporal e sua aplicabilidade nos fundamentos da técnica de Lester Horton, um dos pioneiros da Dança Moderna norte-americana. Lester Horton (1906-1953) elaborou uma técnica inovadora de dança que explora as mais diversas possibilidades de movimentação do corpo, porém de maneira segura e anatomicamente corretiva. Como resultado, seu método apresenta enorme variedade, amplitude e complexidade. É considerada uma ferramenta muito eficaz de preparação corporal, além de bastante democrática, pois pode ser aplicada a qualquer biotipologia, sem quaisquer pré-requisitos corporais. Utilizado como fonte de inspiração para inúmeros bailarinos e coreógrafos internacionais, essa técnica que forma bailarinos fortes e versáteis tem sido adotada por célebres companhias de dança em todo o mundo e por todos aqueles que desejem expandir os limites tradicionais de amplitude corporal.

Sobre Andrea Raw: Bailarina, Professora, Coreógrafa, Pesquisadora e Produtora em Dança, iniciou seus estudos no Rio de Janeiro em 1983. Atuou em diversas companhias e grupos de Dança e graduou-se no Bacharelado em Artes Cênicas pela UNIRIO e em Docência dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior pela UCAM. Começou a lecionar em 1992, destacando-se no ensino da Dança Moderna no Ballet Stagium, em São Paulo, Petite Danse, Escola Marta Bastos e Centro de Movimento Deborah Colker, no Rio de Janeiro e no MMS em Budapeste, na Hungria. Formada pela Martha Graham School em NY/EUA em 2009, foi idealizadora e produtora do I e II Workshops de Técnica e Repertório de Martha Graham no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro em 2009 e 2010, além de Workshops com David Parsons (2010) e Ana Marie Forsythe, da Ailey School (2011 e 2012). Em 2011 iniciou a série “Congresso Brasileiro de Dança Moderna”, que teve 6 edições de 2011 a 2016, sendo 5 delas patrocinadas pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (SMC/RJ). Em 2017 foi nomeada numa cerimônia em Vienna  Embaixadora da Dança no Brasil, representando a Agency for Cultural Diplomacy  (EUA/Alemanha), além de ter sido agraciada com o Alto Jonio Dance Career Award no  FINI Dance Festival, na Itália. Fundadora, Diretora Artística e Coreógrafa da Companhia  Dança 3, desde 2012, sediada no Rio de Janeiro. 

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BATE-PAPOS

OFICINA 4

Oficina Corpo Cênico, com Sérgio Galdino

Na oficina "Corpo Cênico", o aluno é estimulado a desenvolver novos olhares e reflexões críticas sobre  o fazer artístico, com foco no corpo-expressivo e na dança-teatro. O objetivo é unir a dança e a palavra usando noções do conceituado método de Laban e Pina Bausch. Experimentação prática, improvisações, jogos e exercícios teatrais.

 

Sobre Sérgio Galdino: Com 26 anos de carreira, o artista  construiu sua formação bebendo nas fontes da dança popular de Pernambuco, balé clássico e  contemporâneo, teatro e cinema. Já representou obras de grandes coreógrafos nacionais e  internacionais, a exemplo de Débora Colker, Andonis Foniadakis, Joelle Bouvier, Henrique  Rodovalho. Sergio Galdino participou de importantes eventos no Brasil e exterior, a exemplo dos festivais  de dança de Joinville e de Lyon, na França. Como coreógrafo, criou o espetáculo  “Enquadrados”, para a Companhia Jovem de Ballet, de Campina Grande.

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 “Quem não experimentar, não aprenderá copiando”, com Mônica Lira, Edu O. e Mayana Magalhães | Mediadora: Gisela Tapioca

"Dança, Literatura e Memória", Eliana Pedroso, Jorge Silva e Farid Rocha | Mediadora: Lia Robatto

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